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Software Livre, Participação Social e Colaboração

On 27 de junho de 2013, in Posts, by ricardopoppi

Compartilho em formato aberto texto que escrevi para a edição de Maio da Revista Tema (Software Livre) do Serpro:


Estamos vivendo uma época de grande efervescência nas nossas democracias. Temos presenciado um grande engajamento juvenil e acompanhado o surgimento de diversos movimentos que encontram na Internet seu locus para proclamação das pautas sociais. As novas tecnologias, ambientes e linguagens que utilizam os meios digitais para se manifestar encontram nas possibilidades de comunicação horizontal da rede um cenário de articulação onde as mensagems se propagam na velocidade da luz e o fenômeno da liderança aparece de forma distribuída.


Embora o Brasil seja campeão recente de uso das redes sociais, nossa história de participação política é um pouco mais antiga. Desde o início do governo Lula que os instrumentos de participação social se proliferaram em número e qualidade. Quase uma centena de conferências nacionais foram realizadas nesses últimos dez anos. Conselhos de políticas públicas, ouvidorias e mesas de diálogo se proliferaram com bastante intensidade. Espaços de construção conjunta de políticas públicas, além de um objetivo estratégico desse projeto de Nação em curso desde 2003, são também uma prática cada vez mais consolidada na sociedade brasileira. A energia e criatividade do nosso povo, principalmente das classes populares e movimentos sociais, tem contribuído fortemente para que nossas políticas possam atender os excluídos, gerar riquezas e desenvolver o Brasil de forma sustentável.


Tendo como base esse campo fértil na sociedade brasileira e a grande adesão de todas as gerações às novas tecnologias, destaco a grande oportunidade que temos pela frente. Essa política colaborativa que está em curso no Brasil tem uma relação bastante próxima à maneira que as comunidades de software livre se relacionam e constroem juntas sistemas e códigos tão complexos quanto as políticas públicas. O processo de construção de softwares e sistemas de código aberto na Internet faz uso de metodologias profundamente colaborativas, baseadas na livre circulação do conhecimento, na liberdade de contribuição de qualquer membro e na completa abertura para o surgimento de práticas inovadoras. Dessa forma, a adoção cada vez mais massiva de software livre pelos governos, além de contribuir com o desenvolvimento e a soberania tecnológica do país, permite que haja participação na própria construção das infraestruturas tecnológicas públicas. Num mundo cada vez mais mediado por ambientes digitais, essa oportunidade de participação pode aprofundar a democracia e nos manter no caminho da construção, a cada dia, de um país mais justo e participativo.

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Galera, publicamos o edital para contratação de consultores de código e designer para o portal da participação social. Resumindo, é oportunidade para trabalhar durante 12 meses com códigos livres dentro do governo, na linha das metodologias de participação social e construção de conhecimento sobre ela.

Por favor divulguem amplamente que queremos selecionar uns/umas hackers feras!

Edital 004/2013

O Edital 004/2013 visa a selecionar consultores que subsidiarão a construção do Portal da Participação Social, por meio da proposição das metodologias de organização da informação e interação participativa daquele espaço virtual, bem como da criação de suas interfaces de interação e experiência de usuário (UX).

Publicação no Correio Braziliense: 12/05/2013

Os interessados em participar do processo seletivo a que se refere este Termo de Referência deverão encaminhar, até o dia 24/05/2013, impreterivelmente, mensagem eletrônica para o endereço projetobra12018@presidencia.gov.br contendo arquivos digitais do Curriculum Vitae (Modelo Padrão) e dos certificados comprobatórios das qualificações previstas no item 8.2 deste Termo de Referência, bem como portfólio digital (com links). O título da mensagem deverá conter menção ao número do edital e do perfil a que o candidato pretende habilitar-se. Por exemplo: “Edital 004/2013 – perfil 01”.

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Palinha(s) do Hackathon Dados Educacionais – INEP

On 14 de abril de 2013, in Posts, thackdaydf, by ricardopoppi

Terminou hoje o hackathon de dados educacionais promovido pelo INEP e Fundação Lemann. Projetos ótimos, pessoal aprendendo sobre dados de educação e bastante inspiração.






Projetos tocados:

Equipe 2: https://github.com/dataeduc/zoom
Equipe 3: http://www.politicadofuturo.com.br/
Equipe 4: http://inep.envolva.org/
Equipe 5: https://github.com/vitorbaptista/escola-que-queremos
Equipe 6: Busca Escola – http://www.buscaescola.org
Equipe 7: Valorize (projeto de valorização de professores, não foi concluído)
Equipe 8: Padeb – https://github.com/andreluism
Equipe 1: EduQI – https://github.com/dcardosods/eduqi e https://github.com/samuelyuri/eduqiservice

Enquanto isso na sala hacker:





Pout Pourri da premiação:


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Mapa mental colabohacker

On 13 de abril de 2013, in Posts, thackdaydf, by ricardopoppi


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Resultado do encontro de planejamento do CISL

On 11 de abril de 2013, in Posts, thackdaydf, by ricardopoppi

Terminou nessa quinta-feira o evento de planejamento do CISL – Comitê de Implementação de Software Livre do Governo Federal, abaixo o resultado parcial desses dois dias de trabalho:

PLANEJAMENTO 2013 – 2014 (Versão bruta, sem revisão e consolidação)

DIRETRIZES

1.Colaboração
* Estimular o desenvolvimento colaborativo de software, as redes de colaboração e incentivar mudança de cultura organizacional;

2.Formação
* Promover formação contínua do quadro de pessoal da administração pública federal em Software Livre;

3.Adoção de tecnologias abertas
* Adotar soluções baseadas em Software Livre, Hardware Livre e padrões abertos,

4.Sociedade e Transparência
* Popularizar o uso de Software Livre na sociedade;
* Fortalecer movimentos sociais colaborativos em torno de tecnologias livres;
* Disponibilizar dados, processos, meios e códigos que permitam a transparência do governo, a auditabilidade plena e a segurança dos sistemas além de permitir à sociedade conhecer e produzir informação pública para controlar a administração e com ela contribuir.

5. Inovação e desenvolvimento
* Fortalecer negócios em tecnologia abertas.
* Incentivar a adoção, o desenvolvimento e a pesquisa de Software Livre nas instituições de ensino e pesquisa

6. Sinergia com outras ações de governo
* Garantir a Sinergia com outras ações e programas de governo, trabalhando pelo desenvolvimento e combate a miséria.

SUMARIO

GRUPO1
OBJETIVOS: 8 (2 objetivos sem indicadores)
INDICADORES: 10
AÇÕES: 31 (todas sem responsáveis)

GRUPO2
OBJETIVOS: 9
INDICADORES: 20
AÇÕES: 18 (11 sem responsável)

GRUPO3
OBJETIVOS: 17 (3 sem Indicadores)
INDICADORES: 28
AÇÕES: 24 (8 sem responsável)

OBJETIVOS
=======================================================

1) – Adoção de Software Livre em servidores, estações de trabalho e no desenvolvimento de sistemas;
2) – Estratégias de adoção de Software Livre;
3) – Compartilhamento dos casos de sucesso de adoção de Software Livre;
4) – Convencer a alta hierarquia do governo das vantagens do uso de Software Livre;
5) – Políticas para capacitação do Governo em Software Livre;
6) – Sensibilização dos gestores e atores políticos para Software Livre;

a) Garantir produção e acesso a informação e conhecimento sobre Software Livre nos mais diversos ambientes e locais;
Indicador:
– Número de profissionais que tiveram acesso aos produtos disponibilizados;
– Número de produtos criados;
Ação 1: Criar no Portal www.softwarelivre.gov.br base de conhecimento (manuais, casos de sucesso, vídeos, etc);
Ação 2: Fomentar o compartilhamento de notas técnicas para justificar o não uso de software privativo;
Ação 3: Criar metodologia de implantação de Software Livre;
Ação 4: Criar processos de documentação e orientar os órgãos a documentar os processos de migração;
Ação 5: Criar catálogo de funcionalidades e softwares;
Ação 6: Fomentar a troca de experiência em software livre com encontros presenciais.

b) Ampliar a capacitação de pessoal para utilização de Software Livre no Governo Federal;
Indicador: Número de profissionais capacitados;
Ação 1: Criar banco de talentos do governo para treinamento;
Ação 2: Mapear laboratórios negociados para capacitações do CISL;
Ação 3: Fomentar remuneração dos instrutores do governo;
Ação 4: Orientar as áreas responsáveis por treinamento para ter um plano de software livre;
Ação 5: Estabelecer uma rede de apoio e capacitação para elaboração dos projetos de migração;
Ação 6: Reforçar iniciativas abertas de EaD como o CDTC;
Ação 7: Fomentar que os órgãos realizem e divulguem eventos abertos sobre software livre;
Ação 8: Fomentar catálogo de cursos com seus fornecedores;

c) Identificar (mapear) Softwares Livres utilizados pelas instituições do Governo Federal, o estágio atual de adoção de Software Livre e os casos de sucesso ainda não documentados;
Indicador:
- Número de casos de sucesso publicados;
- Levantamento realizado;
Ação 1: Atualizar o levantamento de uso de Software Livre, incluindo quais softwares são utilizados
Ação 2: Contratar pesquisa para levantar dados e informações sobre a adoção de SL

d) Dimensionar o montante gasto com propriedade intelectual, com ênfase em TIC
Indicador: Relatório anual publicado
Ação 1: Interagir com TCU para solicitar inclusão no IGOV TI de questões afetas a propriedade intelectual.
Ação 2: Interagir com organismos nacionais e internacionais para saber como levantam informações afetas a propriedade intelectual
Ação 3: Criar grupo de trabalho ou viabilizar especialistas para elaborar o relatório consolidado.
Ação 4: Abrir consulta pública para consolidar o tema e apresentar o relatório

e) Garantir a sustentabilidade e suporte adequado às soluções livres adotada pelo Governo Federal
Indicador:
Ação 1: Fomentar a criação de um cadastro público de empresas (que prestam suporte) de até médio porte de software livre (CISL) – NoEmpCad / NoEmpMerc
Ação 2: Ampliar a atuação da Central de Suportes e Serviços do SISP-C3S para software livre.
Ação 3: Criar uma base de conhecimento de termos de referências, editais e especificações técnicas e artefatos do serviço de suporte (consultoria, capacitação, etc.) que sirva de orientação na adoção do contrato de prestação de serviço Responsável: SLTI – ItemCad (percentual de crescimento)
Ação 4: Orientar os órgãos a contratar empresas, nos casos de suporte, que tenham técnicos que participem ativamente na comunidade que colabora na evolução e melhorias do software Responsável: CISL

f) Ampliar a comunicação, conhecimento e compreensão da política de adoção de Software Livre
Indicador:
Ação 1: Colocar no Planejamento Estratágico e PDTI’s, a política de Software Livre, através de reuniões com as direções;
Ação 2: Construir estratégias coletivas de implantação de aplicações, customizando recursos, aumentando a sinergia e promovendo o tema.
Ação 3: Solicitar para que algum órgão pertecente ao CISL crie uma aplicação, para aplicativos móveis, para comunicação das ações Software Livre dentro do governo federal;
Ação 4: Promover reuniões de sensibilização para corpo técnico e gerencial
Ação 5: Criação de campanha de divulgação das facilidades que o CISL pode oferecer aos órgãos.

g) Ampliar a proporção de uso de sw livre em relação a software privativo
Indicadores:
* % o uso de software livre de infraestrutura
* % o uso de sw livre em desktops e equipamentos moveis
* % do desenvolvimento e adoção de sistemas de informação baseados em sw livre
Ação 1: Atualizar o levantamento de uso de Software Livre, incluindo quais softwares são utilizados (mesmo do objetivo c)

l) Orgãos da APF devem definir metas para adoção de sw livre e o CISL monitorar o cumprimento;
Indicador: Número de órgãos que informaram meta ao CISL;
Ação 1: Solicitar que os órgãos definam metas no seu planjemanto para SL e informem o CISL evolução da meta;

=======================================================
GRUPO 2: Compartilhamento e colaboração
=======================================================

OBJETIVOS
=======================================================

COM INDICADORES
A. Definir ambiente colaborativo de desenvolvimento federado para o setor público;
Indicadores:
- Número de projetos criados dentro do ambiente;
-Número de órgãos que disponibilizarm projetos
- Ambiente disponibilizado;
- Número de usuários participando por projeto;
- Quantidade de linhas de códigos desenvolvidas;

[AÇÃO]: SLTI – Criar grupo de trabalho

Obs da coordenação: Apenas o indicador de número de projetos que utilizam o ambiente é suficiente para verificar a realização do objetivo.

B. Definir catálogo de tecnologias abertas e livres desenvolvidas e ou utilizadas pelas unidades do governo;
Indicadores:
- Número de soluções cadastradas;
- Número de entidades participantes;
- Catálogo disponiblizado;

[AÇÃO]: SERPRO – Criar grupo de trabalho com proposta de catálogo

C. Estimular grupos de trabalhos específicos e comunidades temáticas para softwares de código aberto de uso comum;
Indicadores:
- Número de grupos de trabalhos em atividade;
- Número de técnicos do governo que participam oficialmente em grupo e ou comunidade de software livre;

[AÇÃO]: SLTI – Criar estrutura para o trabalho dos grupos

[AÇÃO]: SLTI – Definir responsável pelos grupos
[obs1] abaixo

D. Alocar recursos do orçamento federal para serem investidos nos softwares de código aberto selecionados pela Administração Pública Federal (APF).
Indicadores:
- Quantidade de recursos alocado;
- Quantidade de soluções contempladas com os recursos;
Obs da coordenação: como definir os software selecionados?

[AÇÃO]:SLTI e CISL elaboram proposta orçamentária anual para ações de software livre

[AÇÃO] CISL – Construir proposta para os gestores de fundos para que sejam alocados parte dos recursos para o software livre.

[AÇÃO]:SLTI, CISL e INTERLEGIS – Criar equipe de disseminação dos softwares livres na administração pública federal que possam visitar os órgãos.
[obs1]: Os recursos desta ação podem vir de emendas parlamentares.
[obs2]: Sugestão para o grupo X Inserir na LDO e no orçamento da união uma dotação específica para as ações do CISL.

E. Promover a participação em eventos de software livre de integrantes do seu corpo técnico envolvido na utilização ou melhoria de softwares relacionados.
Indicadores:
- Número de técnicos do governo que participam oficialmente de eventos;
- Quantidade de eventos de software livre em que houve participação técnicos;
- Quantidade de palestras ministradas;
obs da coordenação: apenas o número membros do governo que participaram é suficiente. É impossível separar apenas os técnicos.

[AÇÃO] – CISL – Disponibilizar lista de eventos de software livre para a participação dos membros do governo

[AÇÃO] – CISL – Estimular os organizadores de eventos a informar sobre as características do evento bem como quanto a participação governamental

[AÇÃO] – CISL – Enviar correspondência com informações sobre os eventos que serão monitorados.

[Obs: Seguem dois links com listas de eventos de SL:

http://www.softwarelivre.gov.br/eventos/eventos-2013

http://softwarelivre.org/portal/eventos ]

F: Definir os processos de compartilhamento e colaboração de softwares abertos e livres em documento que seja mantido e atualizado pelo CISL.
Indicadores:
- Quantidade de consultas realizadas por processos;
- Processos definidos;
***Obs da coordenação: Não ficou claro a motivação do objetivo. Talvez convirja para proposta de ciclo de vida do GT

[AÇÃO] – CISL – Definir um grupo de trabalho que elabore os processos, e faça a documentação dos mesmos.

G: Sensibilizar a direção das instituições públicas para inserir seus técnicos e gestores em comunidades de desenvolvimento de software livre de interesse estratégico de seus órgãos.
Indicadores:
- Números de órgãos que tenham definido suas comunidades de interesses;
- Números de técnicos alocados por órgão por comunidade de interesse;
- Quantidade de diretores de instituições sensibilizadas;
(***observação da coordenação: Como medir?)
- Quantidade de comunidade de interesses;

[AÇÃO] Promover eventos, ações, apresentações que sensibilizem os diretores de TI sobre a necessidade de participação e apoio nas comunidades.

[AÇÃO] Produzir e difundir documentação didática sobre as vantagens do engajamento dos técnicos nas comunidades

[AÇÃO] Solicitar aos palestrantes membros do CISL, a inserção de slides contendo informações sobre a importância do apoio e participação nas comunidades.

H: Promover a integração e interação com todas as esferas dos três poderes para fomentar a interoperabilidade, colaboração, compartilhamento e o desenvolvimento de soluções livres;
Indicadores:
- Número de soluções livres integradas neste modelo;
- Quantidade de entidades relacionadas
(meta: atingir TIControle.gov.br com soluções baseadas em software livre;)

[AÇÃO] SLTI e INTERLEGIS – Aprimoramento do ambiente virtual de apoio 4CMBr e o Colab sincronizando com o ambiente colaborativo de desenvolvimento.

[AÇÃO] CISL – Ampliar a divulgação através de um plano de comunicação

I: Estimular o compartilhamento das vagas de cursos de software livre entre diferentes órgãos;
Indicadores:
- Número de vagas disponibilizadas por cursos;
- Números de cursos que abriram vagas;

[AÇÃO] – CISL – Elaborar e definir um local para a disponibilização de vagas de cursos com sua classificação e gênero

[AÇÃO] – CISL – Informar as entidades para que disponibilizem vagas em cursos sobre esta ação.

=======================================================
GRUPO 3: Sociedade e Instituições de Ensino
=======================================================

OBJETIVOS
=======================================================

A. ACADEMIA
Interação do meio educacional acadêmico com o universo do sl e sociedade em geral
instiuições fazem educação e pesquisa

1. ENSINO

OBJ1 – Apoio à inclusão de Software Livre dentro do currículo dos cursos existentes
Indicadores:
Número de cursos que passaram a incorporar Software Livre
Número de horas-aula criadas com vídeo, slides, notas de aula, livro-texto, exercícios práticos
Número de alunos cobertos pelos cursos
Obs da coordenação: Apenas o indicador de número de cursos é suficiente
Obs da GT: por que é suficiente? ainda achamos que o número de alunos é interessante

Coord. CISL: AÇÂO1.0 – Levantamento de recursos (p.ex., LDO rubrica orçamentária, MTE)
SERPRO: AÇÃO1.1 – Levantamento do material exicom financiamento: stente e dos cursos que já usam SL (USP, IESB, MTE)
MTE: AÇÂO1.2: Investigar/propor instrumentos para contratação da criação do material didático
AÇÃO1.3 – Criação de material didático livre de alto nível (USP, MTE)
MTE: AÇÃO1.4 – Definição de padrões e formatos para criação de um centro de conhecimento livre (IESB, USP, Exército)

OBJ2 – Apoio a criação de novos cursos superiores, técnicos e de extensão em Software Livre (qualificação)
Indicadores:
Número de cursos criados em cada categoria
Número de instituições que ofereceram cursos
Número de alunos cobertos pelos cursos
Numero de formados inseridos no mercado na área
Ações
ACAO2.2: [Coord.CISL] – Apresentar proposta para Coordenação do PNE
ACAO2.1: [MTE] – Realizar pesquisa de demanda social de formação profissional em tecnologia Livres (CISL)

2. PESQUISA

OBJ3 – Fomento à pesquisa científica em tecnologias livres
Indicadores:
Editais lançados
Montante investido
Projetos de pesquisa financiados
Número de artigos científicos publicados

(SG/PR) ACAO3.1 – Estabelecer contrapartidas para instituições e empresas que fazem pesquisa e adotam Software Livre (MTE, MEC?, FINEP?)
(CISL) AÇÂO3.2 – Publicar edital do CNPq para pesquisa em SL (USP, UNIFESP)

3. INOVAÇÃO

OBJ4 – Fomento à integração de IES com governo
Indicadores:
Número de IES fomentadas
Número de órgãos governamentais integradas com IES

SERPRO(Machado/Tiboni): AÇÂO 4.1 Aprimorar mecanismos para estabelecimento de convênios com IES públicas e privadas
SERPRO(Machado/Tiboni): AÇÂO 4.2 Ampliar a quantidade de convênios e a disponibilidade de recursos para convênios com IES para P&D de software livre

OBJ5 – Apoio a startups de software livre
Indicador: Número de startups apoiadas

(Coord. CISL) AÇÂO5.1 Articular publicação de edital da FINEP para incentivo a empresas de software livre
(Coord. CISL) AÇÂO5.2 Incorporação no Programa Startup Brasil (TI Maior) a criação de incubadoras regionais voltadas especificamente para software livre

OBJ6 – Estimular alunos e técnicos a resolverem tickets de projetos de software livre
Indicadores:
Número de demandas atendidas
Número de participantes

SERPRO: AÇÂO6.1 Criação de grupo de trabalho que viabilize uma central de operação de tickets unindo demandantes e executores de tarefas em tecnologias livre

4. EXTENSÃO

OBJ7 – Fomento a programas de inclusão digital oferecidos por alunos de IES a comunidades locais (P.ex., pinguim.pro.br)
Indicadores:
Número de programas executados
Número de indivíduos atendidos pelos programas ( Obs da coordenação: Apenas o número de programas é suficiente) (GT não concorda: impacto é melhor medido pelo num. pessoas)

MTE (Djalma) SERPRO SG/PR: AÇÃO7.1 Criação de grupo de trabalho que viabilize uma central de operação de tickets unindo demandantes e executores de tarefas em demanda social
AÇÃO7.2 Reconhecer os participes com selo social

B. PARTICIPACAO E DESENVOLVIMENTO

OBJ8 – Estímulo (fomento) a eventos de software livre
Indicadores:
Número de eventos fomentados
Público alcançado pelos eventos
Quantidade de recursos investidos

SG/PR: AÇÃO8.1 Articular junto à ASCOM recursos para eventos de software livre
ASL?: AÇÂO8.2 Realizar oficina de capacitação para captação de recursos e realização de eventos de SL

OBJ9 – Estimular a manutenção de um espaço único com cadastros de especialistas em Software Livre atualizado pela própria comunidade
Indicador:
Número de especialistas cadastrados por ano
MTE: AÇÂO 9.1 Incluir especialistas em software livre no mapa de profissionais do MTE

OBJ10 – Ampliar apoio e patrocínio a organizações relacionadas a software livre de interesse do governo
Indicador:
Número de organizações patrocinadas
Quantidade de recursos investidos
CISL: AÇÂO 10.1 Criar grupo de trabalho que defina e dê visibilidade aos produtos de SL prioritários para o governo
CISL: AÇÂO 10.2 Propor inclusão no PPA de recursos para fomento a esses produtos

C. SENSIBILIZAÇÃO POLÍTICA

OBJ11 – Certificação/Homologação de softwares existentes (p.ex. PostgreSQL)
Indicador:
Número de softwares certificados/homologados
Número de instituições que certificam/homologam
CISL: AÇÃO 11.1 Articular a criação de um centro virtual para certificação/homologação de SL

OBJ12 – Aprimorar canais de diálogo através das mídias sociais em torno do software livre na administração pública
Indicadores:
Número de posts realizados
Número de pessoas atingidas
Coord CISL: AÇÃO 12.1 Elaborar plano de comunicação nas novas mídias (Comunicação/Presidência do SERPRO). OBS.: Garantir participação de quem entende de SL e de novas mídias e garantir que irá se buscar um diálogo (i.e., comunicação bidirecional)
Coord CISL: AÇÂO 12.2 Viabilizar equipe para operacionalizar a comunicação

OBJETIVOS ADICIONAIS

OBJXX – Fomentar a criação de um Instituto do Software Livre ou uma divisão de um órgão existente (p.ex. CPqD) voltado exclusivamente à produção/certificação/homologação de SL e tecnologias abertas

OBJXX – Instituir orientação técnica para que projetos tecnológicos do governo adotem o uso de tecnologias abertas (p.ex., cidades digitais).
Indicador:
número de orientações técnicas publicadas

OBJXX – Sensibilizar sobre a pauta e promover o uso de software livre pelos movimentos sociais de massa e movimentos articulados em rede

OBJXX – Atualização da legislação para reduzir o uso de software proprietário sem sólida justificativa.
CONFLITA/CONVERGE com GT1 g) Ampliar a proporção de uso de sw livre em relação a software privativo
CONFLITA/CONVERGE com GT1 m) Impedir o crescimento do legado privativo no governo federal;
MACHADO LEVARÁ ISSO AO gt1

CISL: AÇÃO XXX Apontar uma distribuição padrão de SL homologada para uso pelo governo federal

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Planejamento 2013 – 2014 do CISL : Chamada a participação

O CISL – Comitê Técnico de Implementação de Software Livre do Governo Federal convida você a participar do planejamento das atividades do Comitê para o período 2013-2014.

Após os planejamentos de 2004, 2009 e 2010, o quarto planejamento do CISL objetiva avaliar o andamento atual do Comitê e definir as ações do mesmo para o biênio 2013-2014. Sua participação é fundamental para o sucesso de ambos objetivos.

Data e Horário: 10 e 11 de Abril das 9h ás 18h
Local: ESAF – Escola de Administração Fazendária
Cidade: Brasília – DF

Informações Importantes
• Não haverá transmissão por streaming
• As despesas com diárias, passagens e alimentação deverão correr por conta do participante ou órgão/entidade
• A reunião é pública e aberta.

Programa Prévio
10/Abril 09:00h – Recepção e credenciamento
10/Abril 09:30h – Abertura
10/Abril 11:00h – Visão Inicial das Orientações Estratégicas 2013-2014

10/Abril 12:30h – Almoço (no restaurante da ESAF)

10/Abril 13:30h – Apresentação da metodologia e Identificação dos Grupos de trabalho
10/Abril 14:30h – Desenvolvimento dos trabalhos
10/Abril 18:00h – Fim do primeiro dia

11/Abril 09:00h – Retomada dos trabalhos

11/Abril 12:30h – Almoço (no restaurante da ESAF)

11/Abril 13:30h – Compilação dos trabalhos
11/Abril 16:30h – Sumarização do resultado
11/Abril 17:00h – Encerramento
11/Abril 18:00h – Fim dos trabalhos

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Um mês para o #Flisol

On 27 de março de 2013, in Notícias, thackdaydf, by ricardopoppi

image

Imperdivel e rola no Brasil todo!

Daqui exatamente um mês acontece o Flisol em várias cidades do Brasil. O Flisol já é um dos eventos que mais mobiliza jovens, ativistas e profissionais de tecnologia para debater a importância da adoção e contribuição com softwares livres na América Latina.

O que é FLISoL?

O Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) é o maior evento da América-latina de digulgação de Software Livre. Ele é realizado desde o ano de 2005, e desde 2008 sua realização acontece no 4o. sábado de abril de cada ano. Seu principal objetivo é promover o uso de Software Livre, mostrando ao público em geral sua filosofia, abrangência, avanços e desenvolvimento. Para alcançar estes objetivos, diversas comunidades locais de Software Livre (em casa país/cidade/localidade), organizam simultâneamente eventos em que se instala, de maneira gratuita e totalmente legal, Software Livre nos computadores dos participantes. Além disso, paralelamente acontecem palestras, apresentações e workshops, sobre temas locais, nacionais e latino-americanos sobre Software Livre, em toda a sua expressão: artística, acadêmica, empresarial e social.

Mais informações aqui: http://www.flisol.info/Brasil

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Informações básicas noosfero: suba uma instância sem dor ;-)

On 3 de outubro de 2012, in Posts, by ricardopoppi

Segue uma sistematização hiperlinkada para quem quiser subir uma instância de Noosfero sem dor e obter algumas informações básicas sobre a plataforma:

VISÃO GERAL E INSTALAÇÃO

  • O Noosfero é desenvolvido em Ruby on Rails. Hoje o percentual de cada linguagem no código é 42% de Ruby, 42% de JavaScript, 9% de CSS e mais 7% de outras linguagens;
  • Uma das formas de instalar o Noosero é através do código fonte. Pode não ser a mais fácil;
  • É possível também instalá-lo a partir de dois métodos de deploy: Capistrano e Pacote Debian (esse último é o método recomendado, e mais fácil, para instalar uma instância de produção);
  • O método recomendado, e mais fácil,  para instalar um ambiente de desenvolvimento é usar Debian stable, baixar o código via git e rodar
    “./script/quick-start” que é um script que faz todo passo-passo dentro de um Debian Squeeze” – dicas by Terceiro e Valessio

RECURSOS DA PLATAFORMA

COMO CONVERSAR COM A COMUNIDADE E OBTER SUPORTE

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O presente texto busca fornecer subsídios para análise de solução de transmissão de vídeo e áudio pela rede mundial, facultando livre acesso aos conteúdos dos eventos de participação social pelo conjunto dos cidadãos e cidadãs Brasileiras. Grande parte das transformações sociais trazidas pelas TICs e a presença ubíqua da Internet no planeta se deve ao fortalecimento de uma lógica baseada na colaboração e na construção conjunta de conceitos, processos e produtos. Inspirados por esse movimento e na crença de que as tecnologias nas quais são baseados os sistemas e ambientes de participação social e mediação governo/sociedade precisam seguir e fomentar essa lógica colaborativa, é que proponho a especificação inicial para um sistema de transmissão e mediação de eventos de participação social baseado em software livre e padrões abertos. Apresento os elementos para especificação, divididos em três partes: Geração, Distribuição e Visualização com interação.

Essa especificação foi construida com a inestimável colaboração dos membros de pelo menos duas redes, a Metareciclagem e a Transparência Hacker. As discussões na thacker rolaram aqui e na meta aqui. Aproveito para agradecer nominalmente as contribuições do Felipe Cabral, Banto Palmarino, Diego Rabatone, Luiz Carlos, Efe, Lucasa, Graffos, Isaac Filho, outros que posso ter esquecido de citar nominalmente e milhares de anônimos que trabalharam para que esse conhecimento estivesse presente na mente daqueles que aqui contribuiram.

1- Geração

A geração do vídeo para transmissão deve atender ao objetivo de gravar vídeo e áudio em boa qualidade, para fins de registro e publicação posterior, mas com bastante flexibilidade para diminuir a qualidade de transmissão ao servidor de streaming quando a ação estiver sendo executada em rede lenta (wifi compartilhado, 3G etc). É fundamental também realizar a captação do som diretamente da mesa (ou conectar um pequeno sistema de som onde não houver) e que o operador do Kit possa comandar o sistema de zoom da câmera de modo a fechar o quadro em quem está com a palavra e exibir, na medida do possível, a imagem da apresentação (slides), quando houver.

a) Opção 1: Integração de PC com software (Kit):

  • Hardware de última geração compacto (utilizar notebook com bom suporte de drivers para GNU/Linux);
  • Placas de captura: Como a interface firewire está caindo em desuso, é possível optar por utilização de hardwares de captura em USB que está atingindo velocidades satisfatórias. Há opções analógicas como PixelView XCapture USB ou mais genéricas como a Conexant CX-231023, ambas com bom suporte a GNU/Linux;
  • 2 Câmeras de Vídeo HD 1080p (com zoom) com saída HDMI (Qualidade na captação é importante para gravar o vídeo que será disponibilizado como registro);
  • Mini mesas de som (ex: CSR 401M) e 4 microfones (para ambientes sem estrutura de som).
  • Landell: Software Livre desenvolvido no Brasil, com suporte a Theora e WebM e permite o uso de duas câmeras e a inclusão, em tempo real, de imagens, marca d’água e legendas de texto;

b) Opção 2: Hardware “appliance”

  • EntropyWave C1000 Capture Encoder: Solução de hardware para captura baseada em software livre;
  • 2 Câmeras de Vídeo HD 1080p (com zoom) com saída HDMI (Qualidade na captação é importante para gerar o vídeo que será disponibilizado como registro);
  • Mini mesas de som (ex: CSR 401M) e 4 microfones (para ambientes sem estrutura de som).

2- Distribuição

A distribuição do vídeo e áudio deve ser feita de forma a garantir a transmissão em vários codecs, incluindo WebM, e em vários padrões de qualidade. Isso é importante para garantir compatibilidade com os navegadores e também a qualidade do vídeo em redes mais lentas (3G, GSAC etc).

a) Opção 1:

b) Opçao 2:

  • Icecast, um dos Servidores de Streaming mais utilizados no mundo livre, suporte ao projeto WebM (VP8) apenas na versão beta.

c) Opção 3:

3- Visualização com interação:

O ambiente de visualização e interação é a cara do evento para a rede. É nesse ambiente que os interagentes vão poder visualizar o vídeo, participar do chat e acessar demais informações sobre o evento ou processo (documentos incorporados, programação etc). É fundamental que o código da interface seja livre para garantir o desenvolvimento de plugins por parceiros ou hackers cívicos. Um exemplo desse desenvolvimento seria um plugin para facilitar a publicação dos vídeos, após os eventos, em repositórios online como iTeia e YouTube. É importante que a solução escolhida implemente ou permita o desenvolvimento de ambiente de chat (com cadastro mínimo e simplificado e opção para moderação de conteúdos e usuários sempre posterior à postagem), permita a incorporação de documentos online, programação e conteúdos produzidos em redes sociais (twitter, facebook etc).

a) Opção 1:

  • Solução DebateAberto.org > Essa solução incorpora o vídeo gerado pela solução de distribuição numa tag HTML5 com fallback para Java Cortado, incorporando uma solução de chat em rails.

b) Opção 2:

c) Opção 3:

  • Kaltura Video Player > Player para ser incorporado em soluções de visualização com interação;

d) Opção 4:

  • Jplayer > Um player jQuery para ser incorporado em soluções de visualização com interação.
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