“Charla” do Castells em Barcelona: Comunicação e Poder

On 12 de junho de 2011, in Posts, by ricardopoppi

Final de Semana tá demais, agora assistindo a “charla” do Castells em Barcelona, já faz uns 10 dias que tava na minha lista do “assisitir + tarde” do youtube…kkkkkk

Como sempre, compartilho aqui a playlist em 4 partes para indexar na grande rede em Português – embora a charla esteja em espanhol – e também para ajudar quem ainda não tinha sacado sobre essa palestra dele

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Reflexões sobre democracia e redes distribuidas

On 1 de novembro de 2010, in Notícias, Posts, by ricardopoppi

Da série “Vamos mudar o mundo através das redes sociais distribuídas” esse excelente texto do @augustodefranco faz umas boas reflexões sobre as inconsistências da crença na competição partidária e da necessidade de se democratizar a sociedade.

É um texto relativamente longo, mas recomendo ler pelo menos até a página 13.

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Palhinha sobre #openweb #drumbeat Amazônia

On 25 de setembro de 2010, in Notícias, Posts, by ricardopoppi

Vídeo gravado para o Drumbeat Amazônia 2010, uma palhinha sobre openweb

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Resumindo esse segundo painel da manhã, destaco alguns pontos que me marcaram.

Falou o Professor Murilo César Ramos, diretor do CCOM (Centro de Políticas, Direito, Economia e Tecnologias das Comunicações) da Universidade de Brasília. Disse que o modelo de universalização da telefonia fixa pós-privatização esbarrou num problema de demanda: O custo alto impediu que as camadas mais baixas se tornassem assinantes. O desenvolvimento tecnológico gerou a uma universalização inesperada via telefonia móvel pré-paga: Brasil tem hoje 160 milhões de celulares dos quais 80% são pré-pagos.

Muito legal a abordagem do problema do FUST, de como gastar esse fundo que foi criado para universalizar o acesso aos serviços de telecomunicações. O Professor disse que vivemos hoje um paradoxo: O Fust virou um tesouro tão rico que se tornou impossível de ser gasto. Virou um recurso essencial para o equilíbrio das contas públicas. Uma ficção contábil incorporada ao tesouro nacional.

Finalmente termina sua palestra relembrando o que vai acontecer na data de 2025: Retomada das outorgas do serviço STFC pelo Estado Brasileiro. Porém o serviço STFC está cada vez menos interessante. Fez uma metáfora dizendo que o Brasil licitou um cadilac, e que vai receber de volta uma Kombi. Estamos presenciando o fim do serviço público de telecomunicações: Vem ai o serviço de telecomunicações pessoal, garantindo mobilidade e largo acesso a dados, voz e vídeo.

Logo em seguida falou Bruce Girard, Coordenador do Comunica.org, Uruguai. Ressaltou os desafios para o e-governo, dizendo que ele não diz respeito apenas a conectar os cidadãos com Brasília, mas sim possibilitar a governança no nível local.

Toda palestra foi marcada por apontar as vantagens das empresas e cooperativas locais de telecomunicações no tocante ao desenvolvimento social e universalização das comunicações. Citou os exemplos que se iniciaram no século passado tanto nos EUA, sobre as Cooperativas locais de telecomunicações que atuam no meio rural desde 1920 quanto na Argentina que, desde 1960, atuam em comunidades que a ENTEL (operadora principal) declarava como não lucrativas. Disse que essas cooperativas oferecem serviços bons a preços acessíveis.

Resumindo, as Microtelcos, como podem ser chamadas essas pequenas empresas e cooperativas, aproveitam os empreendedores locais, geram empregos locais, mantém a renda nas comunidades e podem promover transparência aos governos locais. Tratando em termos de ações governamentais para fomentar o desenvolvimento dessas empresas, Bruce passou algumas recomendações:
1- Spectro livre => A não exigência de licença para o espectro favorece as pequenas
2- Licenças genéricas => Licenças que não dependam de tecnologia específica ou tipo de serviço específico. Assim as pequenas podem oferecer uma gama maior de serviços.
3- Simplificação do processo de licenciamento => Diminuir a burocracia para baixar a barreira de entrada.
4- Interconexão => Isso é muito importante, pois se as pequenas não puderem se interconectar, não conseguem prestar os serviços adequadamente. E o governo tem que intervir pois é sabido que as grandes, normalmente acarteladas, não tem interesse em favorecer a entrada das pequenas em suas redes.
5- Acesso a fundos => Linhas de financiamento específicas para as pequenas empresas ou cooperativas locais de telecomunicações.

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz

Banda larga no Brasil: Regulação ou investimento do governo?

On 16 de novembro de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Estou blogando direto do seminário “Alternativas para o desenvolvimento da infraestrutura e do acesso em banda larga”, promovido pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) em Brasília. Acabei de assistir a palestra do Professor Jonathan Aronson, professor da Universidade do Sul da Califórnia, Estados Unidos, e destaco alguns pontos principais:

1- Deixou claro que a opção norte americana é a favor da competição entre as operadoras privadas. Reforçou bastante a crença de que com a competição os preços caem, a velocidade e a qualidade aumentam.

2- Por outro lado passou alguns dados que mostrando que a competição não está tão saudavel assim nos Estados Unidos. Em torno de 65% dos americanos tem banda larga em casa, porem entre 50 a 80% deles só tem um fornecedor como opção. Achei bem impressionante esse número. Achava que a disponibilidade de fornecedores de serviços de banda larga nos EUA era bem maior.

3- Apesar disso, insistiu que promover a competição é vital e esse é o papel do governo quando exerce sua capacidade de regulação. Disse que as empresas são a favor da competição quando se trata de entrar em mercados que não atuam mas quando o assunto volta para os mercados onde são líderes, oferecem diversas razões para que tudo se mantenha como está. Essa é a tendência natural, por isso as agências reguladoras devem ser fortes para não cair nessa conversa.

4- Finalmente, disse que não existe um modelo único e que deve existir um equilíbrio entre regulação e investimentos diretos do governo. O desafio é onde traçar essa linha.

5- O ponto principal que tiro dessa palestra é que mesmo num país onde o governo tem um considerável poder regulador, os dados sobre a competição são bem alarmantes: 50% a 80% dos norte-americanos não tem mais que um fornecedor de banda larga como opção. Dai a importância do Brasil não apostar todas as fichas apenas no modelo de regulação via ANATEL. Talvez seja preciso mesmo botar pra “bombar” esses anéis óticos das Estatais e trabalhar mais duro para que a banda larga possa finalmente brilhar para todos.

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz

Dados abertos e transparência pública: Uma luta política

On 10 de outubro de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Os governos são opacos. Em qualquer lugar do mundo, talvez com exceção da Suécia e mais meia dúzia de países “estranhos”. O motivo é óbvio: as pessoas tem receio de serem julgadas pelos outros, independente da intenção ser boa ou má. Falando de agentes públicos, parece que a necessidade constitucional de publicidade é proporcional a tentação irresistível de esconder. Ninguém quer viver num aquário. O Brasil ainda tem um agravante: Nosso passado patrimonialista, a confusão entre o público e o privado. Diante disso, a luta por transparência e publicidade no governo é uma luta necessária. Governantes não abrem os dados públicos por livre e espontânea vontade. Se concentram apenas em administrar; divulgar é uma outra história. Além disso, quanto mais as informações sobre suas ações tiver uma única fonte, mais fácil de esconder. Ou fazer verdade onde não há.

Constatado isso, a luta pela disponibilidade dos dados e a criação de “web services” para disponibilizá-los via padrões abertos é uma luta importante e para a qual estou disposto a contribuir. Há que ser enquadrada politicamente e retirada da esfera puramente “geek”, puramente técnica. É uma luta que tem influência direta na qualidade da nossa democracia e na vida de todos os Brasileiros, inclusive daqueles que ainda não tiveram condições de se enganchar na grande rede.

Ontem fui na minha primeira reunião do Coletivo Pirata de Brasília, a versão regional do Coletivo Pirata do Brasil. É um organização diretamente inspirada no Partido Pirata Belga que, assim como em outros países da Europa, já está institucionalizado. Tem inclusive representantes nos parlamentos de seus respectivos países. Inspirado nas questões de Liberdade na era da Internet, o partido tem pautas como revisão das leis de Copyright, com vista a facilitar a difusão de bens culturais, problematização do vigilantismo na rede, como guarda de logs, e a estruturação de contribuições para o marco civil da internet. Também estão relacionadas a essas questões a bandeira da liberação dos dados públicos. É necessário institucionalizarmos a luta por políticas e legislação. É papel de um Coletivo, que aspira se transformar em Partido com registro oficial e tudo, a problematização dessas questões perante à sociedade. Tirá-las da esfera da “coisa de nerd” e passá-la para o lugar das “coisas que dizem respeito a mim também”.

Do mais, estou começando a conhecer a galera, acho que posso aprender e ensinar muito por lá. Quem gostar dessas idéias que quiser participar do Coletivo Pirata, basta visitar a wiki ou se increver na lista nacional. Se for de Brasília (oba!) venha para a lista regional também! A internet não é livre por definição, pode ser um ambiente bem cruel. Cabe a nós preencher o potencial dessa tecnologia e transformá-la numa ferramenta de inclusão, colaboração e acima de tudo num espaço onde possamos fazer coisas legais!!!

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Sobre eleições, internet e poder econômico

On 16 de setembro de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Ontem o senado aprovou o projeto 141/09 que trata da legislação eleitoral. Agora ele volta para a câmara e, se aprovado até 02-out, passará a valer já para as eleições de 2010.

Me interessei por acompanhar a discussão em plenário das emendas principalmente por conta daquelas (71 e 72) que tratavam especificamente da questão do uso da internet nas eleições. Não há como negar os avanços em relação à legislação de 1997, embora ainda tenham permanecido alguns pontos polêmicos, como a equiparação da internet com o Rádio e TV no tocante aos debates eleitorais.

Essa discussão é muito legal: De um lado os dinossauros que vêem na internet apenas mais um meio de comunicação, relegando suas especificidades à condição de meros detalhes e do outro lado os defensores da liberdade irrestrita para a rede, pessoas que acreditam que devemos aproveitar o máximo as potencialidades desse novo meio, cuja natureza é incomparável com as mídias tradicionais. Mas será que é tão incomparável assim?

Nesse momento estou blogando para ninguém, assim como milhares de outras pessoas. Pequenos grupos, com uma audiência maior, também se utilizam dessa facilidade de expor, jogar na rede, informações e visões. Por outro lado, há alguns portais, muitos deles pertencentes a grandes grupos tradicionais de mídia, que possuem audiência maior que muito programa de televisão. Praticam, muitas vezes, um estilo de mídia tradicional, marcado pela unidirecionalidade. Podemos incluí-los no nosso conceito de internet livre? Boa pergunta. Acho que estou ignorando uma diferença fundamental, que pode pautar nossa resposta: A TV invade as casas enquanto a internet, acessada pelos computadores e celulares, não. As classes C, D e E assistem TV em casa, mas acessam a internet pelas lan-houses e telecentros. Essa é uma diferença sócio-econômica fundamental que deve ser levada em conta.

Há de chegar o momento em que a internet não vai ser mais nada. Isso mesmo, nada. O que terá forma reconhecível serão os serviços ou usos que se ocupam da internet. TV, Rádio, Jornais (ou plataformas de conteúdos), Jogos e etc, serão todos online. Esse contexto futuro impedirá que se regule a internet em si, mas separadamente os serviços que a utilizam como meio. Nesse ponto, os deputados e senadores cometem um anacronismo: Mesmo os grandes portais ainda tem um impacto muito pequeno se formos compará-los com o restante da internet, ou com os virais, por exemplo. Se a intenção era diminuir a influência do poder econômico nas eleições, não é esse o alvo. #conogressoFail.

E o alvo pra isso foi deixado ao largo na discussão sobre a questão das doações. Me refiro às emendas 67 e 68 do senador Eduardo Suplicy. A 67 obrigava a divulgação, até poucos dias antes das eleições, dos doadores de cada candidato e a 68, a mais importante, tentava acabar com as doações ocultas, aquelas que as empreiteiras usam para não indicar os candidatos que estão apoiando. Doam para os partidos e depois os partidos repassam para os candidados, juntamente com outros recursos, mascarando assim a ligação entre candidato individual e doador. A argumentação generalizada para a recusa foi a de que dificultando as doações “legais” haveria um incentivo indireto para o caixa 2. Verdade. Meia verdade. Bastaria haver interesse em fiscalizar, coisa fácil nas grandes campanhas. O custo para isso fica para o controle social, já débil, impedindo que os eleitores acompanhem a atuação do seu candidato em relação aos interesses específicos dos seus doadores. Voltando ao início, controle fundamental para minorar a influência do dinheiro na atuação parlamentar ou executiva do político.

Como bom esperançoso, só me ocorre uma coisa a dizer: Fica pra próxima!

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

USnow, o que é democracia e como ela pode ser digital

On 11 de agosto de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Ainda na euforia do livro do Putnam e já entrando no que virá a ser o tema da minha monografia nos próximos 12 meses, estou refletindo sobre a idéia de democracia digital ou ainda, democracia na era da internet.

Acabei de assistir o documentário USnow com participação de Don Tapscott (wikinomics) sobre a nova era da colaboração e Governo 2.0. Há uma frase no documentário que nos lembra o fato de que não é a tecnologia em si que vai mudar o mundo mas sim os novos hábitos que ela pode permitir que surjam. Fiquemos apenas nas possibilidades e nada mudará. Poxa, se em 1.000 anos(!) diversas mudanças e revoluções não conseguiram alterar fundamentalmente o baixo nível de civismo das regiões Italianas mais pobres, nós Brasileiros e outros povos com os mesmos problemas que os nossos não participaremos automaticamente dessa revolução a não ser que façamos algo de bem concreto a respeito.

Muito se fala (e no documentário isso fica bem evidente) sobre a real possibilidade que essa nova tecnologia trás de facultar o poder de decidir às multidões: “Power to the people”. Ok, sem entrar no mérito de que essas mesmas pessoas que tem uma relação extremamente de curto prazo (clientelista) com o seu voto e que hoje elegem Sarneys, serão as que votarão pelas políticas públicas e decisões governamentais, gostaria de chamar atenção para outro aspecto.

Pode ter passado despercebido mas o documentário também mostra que essa tecnologia está conectando, como nunca antes, um enorme número de pessoas e está permitindo a sistematização de uma grande quantidade de conhecimento informal, através de um gigantesco número de comunidades temáticas. Essa constatação megalomaníaca, a principio banal, é o que nos permite tirar o foco da faculdade de votar passando-o para a faculdade de deliberar. Afinal de contas, as regiões cívicas e prósperas da Itália de Putnam não tem um virtuoso histórico de governos democráticos, mas pelo contrário, era para desenvolver tarefas típicas da vida privada (como negócios e lazer) que as associações geradoras de capital social atuavam!

Concluindo meu ainda tosco-não-lapidado raciocínio que exponho para os esparsos frequentadores deste weblog, acho que discutir a faculdade de votar as decisões governamentais via internet é um tanto irresponsável por pular uma etapa muito importante, a etapa da cultura da associação, que culmina na importância da simples deliberação no ambiente da internet. Enquanto ainda vivermos numa cultura de sentir medo/vergonha por expor nossas opiniões e trouxermos nos nossos corações os resquícios do autoritarismo de opinião (no qual infelizmente me incluo) não construiremos um governo melhor simplesmente porque os “nossos 180 milhões de técnicos de futebol” estão agora tomando as decisões por método de maioria. Afinal de contas, apesar da decisão democrática ser por maioria, o conceito mais completo de democracia é aquele que leva em consideração a necessidade de se abrir todo espaço às minorias, para que elas possam, argumentando, transformarem-se em maioria.

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Comparar a internet a uma via pública: Decisão acertada

On 22 de junho de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Lendo um artigo sobre neutralidade de rede da segunda edição da revista PoliTICs, me deparei com um argumento interessante. Mesmo que essa idéia seja recorrente é a primeira vez que vejo alguém envolver as operadoras na idéia de uma internet como via pública, conceito que, segundo o autor, remonta do império romano.

Nesse conceito, as operadoras de telecomunicações, embora donas dos equipamentos não seriam donas da rede. Seriam consideradas meras “operadoras de vias públicas”, operando um meio que é público, conceito parecido ao que existe hoje na área de radiodifusão. Olha que interessante o trecho do artigo:


Trata-se de um conceito jurídico da common law que pode remontar ao Império Romano [...] . Em suma, uma operadora de via pública é uma entidade privada que oferece serviços de transporte ou comunicação e está sujeita a obrigações públicas específicas em troca de benefícios legais. A principal obrigação das operadoras de vias públicas é a não discriminação: elas precisam se incumbir de operar para todas as pessoas indiscriminadamente.

Esse argumento é precioso. Fará com que essas empresas se sintam obrigadas a evitar qualquer prática discriminatória de conteúdo, salvo quando estiverem amparadas por uma racionalidade que leve em conta o primado do bem público e a proteção das liberades individuais.

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with: