Mapa mental colabohacker

On 13 de abril de 2013, in Posts, thackdaydf, by ricardopoppi


Create your own mind maps at MindMeister

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz

Exemplo de projeto bem sucedido no Catarse #crowdfundingbrasil

On 20 de julho de 2011, in Posts, by ricardopoppi

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz

Monografia: Governo 2.0

On 1 de outubro de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Entregue! \o/

Monografia Governo 2.0 – UnB

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz

Transparência hackday Brasília – Virada hacker

On 30 de abril de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Amigos, no final de semana dos dias 15 e 16 de Maio, estamos organizando um evento para promover práticas de transparência pública envolvendo dados públicos. É um espaço aberto para desenvolvedores, estudiosos, comunicadores e qualquer cidadão interessado em colaborar.

Esse evento vai ocorrer simultâneo e interligado ao Transparência Hackday em São Paulo, promovido pela Esfera, que será uma virada hacker. A idéia é que, durante o evento, possamos encontrar colaboradores de lá, para os projetos daqui e e vice-versa.

O evento vai ser na Exodus Telecom, na CLN 107 – Bloco C – Sala 102B, Asa Norte. Para participar, basta preencher seus dados nesse formulário. (Atualização: Desativado)

Para terem uma idéia dos tipos de projetos desenvolvidos num thackday, dêem uma olhada nos projetos desenvolvidos no primeiro evento de SP, em outubro do ano passado.

Resumo do evento:
Transparência hackday Brasilia

O que: Thackday Brasília

Onde: Exodus Telecom – CLN 107 – Bloco C (entrada por trás do bloco) – Sala 102-B – Asa Norte

Quando: Dia 15-Maio, Sábado, das 15 as 22hs e Dia 16, Domingo das 9 às 17hs

Quem?
Hackers, desenvolvedores, designers, blogueiros, jornalistas, pesquisadores, gestores públicos, legisladores, políticos, representantes de ongs, ativistas.

Quanto: Grátis

Abcs e nos vemos lá!

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Crowdsourcing para "vigiar" políticos

On 7 de janeiro de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Acabei de ler um post do by Mark Drapeau – @cheeky_geeky – onde faz conjecturas sobre a possibilidade de que 1% da população adulta Estadounidense viesse a produzir informações sobre “o dia” de seus políticos. Pelos números de Mark, se cada uma dessas pessoas publicasse um post em qualquer dia do ano, o resultado seria de 4.100 posts por dia!

Resolvi pegar essa ideia, transformar e adaptar para o Brasil. Vamos supor que uma certa quantidade de pessoas teria que, durante alguns dias do ano, acompanhar um determinado político e publicar informações sobre ele. Vale vereador, vale deputado estadual, federal, senador, prefeito, governador ou presidente. Fui no TSE e levantei, pelos dados das últimas eleições, que o Brasil tem 51.983 vereadores, 1.035 deputados estaduais, 24 deputados distritais, 513 deputados federais, 81 senadores, 5.563 prefeitos, 27 governadores e 1 presidente. Somando tudo, dá um total de 59.227 políticos eleitos diretamente pelo povo. Para acompanhar em crowdsourcing todos os políticos do Brasil por todos os dias do ano, teriamos 59.227 x 365 que dá um total de 21.617.855 dias de trabalho. Guarda esse número pois agora vamos à população, ou seja, aquela vai realizar o trabalho.

Em vez de considerar a população adulta, como fez Mark, vou considerar o eleitorado. O Brasil tem 147.005.167 eleitores e 1% disso daria um resultado de 1.470.051 pessoas. Se todas essas pessoas se dispusessem a dedicar alguns dias do ano para cobrir um determinado político, teríamos que dividir a quantidade de dias de trabalho necessários para isso e dividir pelo número de pessoas dispostas a fazê-lo, ou seja, 21.617.855 dias dividido por 1.470.051 pessoas, chegando no resultado de aproximadamente 15 dias por pessoa. Isso dá um pouco mais de 1 dia por mês. Vale lembrar que estamos considerando APENAS 1% do eleitorado, TODOS os políticos e TODOS os dias do ano. Qualquer alteração nisso, imposta pela realidade, pode tornar ainda menor a quantidade de dias por pessoa.

Para gerenciar essa “bagunça” toda bastaria um projeto do estilo do “Adote um vereador”, bem Web 2.0, de forma que as pessoas fossem adotando políticos e dias. Se eu adotei o dia 15 de março do vereador fulano-de-tal, esse dia ficaria indisponível para outra pessoa adotar. Quando chegasse nessa data eu teria que gerar algum material sobre as atividades daquele político naquele dia, seja via vídeo, áudio ou um singelo post no meu blog. Não é uma coisa necessariamente trabalhosa e poderia ser bastante proveitosa para a sociedade. Imagina a base de dados que esse projeto poderia gerar?

Bora criar? Vou propor isso no #thackday

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with:  

Amadurecimento da postura sobre dados reutilizáveis

On 21 de outubro de 2009, in Posts, by ricardopoppi

No parágrafo único do artigo primeiro da Constituição Brasileira está escrito que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”. Esse parágrafo permite perceber que existem dois conceitos aí: Primeiro o de fonte do poder, indiscutivelmente atribuído ao povo, e segundo o do exercício do poder, também atribuído ao povo, que na sua porção indireta o faz via representantes e na outra porção, diretamente. Dessa forma, podemos concluir que é responsabilidade dos representantes, respeitando todos os outros princípios constitucionais, trabalhar juntamente com a sociedade na melhor maneira possível de exercer esse poder, que é do povo. Com isso em mente, vamos pensar a questão da disponibilização de dados reutilizáveis pelos governos.

A idéia de abrir os bancos de dados das diversas instâncias e funções governamentais não vai levar necessariamente a uma maior transparência. Uma planilha eletrônica contendo a base de dados financeiros das obras do PAC não vai passar de um documento impossível de ser entendido, quase criptografado, para a grande maioria dos Brasileiros. Precisamos ter acesso a esses dados, precisamos pressionar por legislação obrigando que eles sejam abertos, mas isso não basta. O processo tem que ser muito mais de parceria entre governo e sociedade civil do que de disputa. Já que o poder emana do povo e é exercido em nosso nome, nada mais justo que o governo se preocupe com a nossa capacidade de controlar a forma com que está sendo exercido. É ai que quero chegar.

Antes do surgimento da web 2.0, o pensamento mais predominante no relacionamento governo-cidadão era desenvolver dentro dos governos os sistemas de disponibilização de dados da administração. Um bom exemplo disso é o premiadíssimo portal da transparência, desenvolvido pela CGU para o uso da população. Mas creio que esse modelo já está obsoleto. É preciso envolver o cidadão na produção desses sistemas assim como é preciso envolver o cidadão na produção da política. É por isso que o foco deve estar nos dados brutos e não na apresentação. Apresentar os dados já constitui um agir político.

Ok. Mas se o cidadão médio não tem condições de entender o conteúdo de uma base de dados como poderá desenvolver aplicações que o façam? É ai que entra o papel dos representantes do povo, dando condições para que o legítimo detentor do poder participe das escolhas políticas e do exercício e controle da gestão pública. Uma mudança de mentalidade já levaria a grandes avanços. Como exemplo, já estão acontecendo diversas iniciativas internacionais, como concursos de aplicações e incentivos a projetos, bancados tanto por governos quanto por empresas ou fundações privadas. No Brasil, temos a atuação da Esfera que promoveu o Transparência Hack Day, que já relatei num post passado.

Proponho um desafio aos nossos gestores de tecnologia: A próxima vez que precisarem de um aplicativo de gestão por que não abrir os dados e publicar um concurso na web em vez de contratar algum “desenvolvedor caixa preta” por ai? E digo mais, o código do sistema poderia ir imediatamente para o portal do software púbico Brasileiro, poupando retrabalho em outros órgãos da administração pública. Que tal?

Compartilhar:
  • Identi.ca
  • Twitter
  • Facebook
  • Technorati
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon
  • Google Buzz
  • Yahoo! Buzz
Tagged with: