Galera, publicamos o edital para contratação de consultores de código e designer para o portal da participação social. Resumindo, é oportunidade para trabalhar durante 12 meses com códigos livres dentro do governo, na linha das metodologias de participação social e construção de conhecimento sobre ela.

Por favor divulguem amplamente que queremos selecionar uns/umas hackers feras!

Edital 004/2013

O Edital 004/2013 visa a selecionar consultores que subsidiarão a construção do Portal da Participação Social, por meio da proposição das metodologias de organização da informação e interação participativa daquele espaço virtual, bem como da criação de suas interfaces de interação e experiência de usuário (UX).

Publicação no Correio Braziliense: 12/05/2013

Os interessados em participar do processo seletivo a que se refere este Termo de Referência deverão encaminhar, até o dia 24/05/2013, impreterivelmente, mensagem eletrônica para o endereço projetobra12018@presidencia.gov.br contendo arquivos digitais do Curriculum Vitae (Modelo Padrão) e dos certificados comprobatórios das qualificações previstas no item 8.2 deste Termo de Referência, bem como portfólio digital (com links). O título da mensagem deverá conter menção ao número do edital e do perfil a que o candidato pretende habilitar-se. Por exemplo: “Edital 004/2013 – perfil 01”.

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Mapa mental colabohacker

On 13 de abril de 2013, in Posts, thackdaydf, by ricardopoppi


Create your own mind maps at MindMeister

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Rio+Social

On 19 de junho de 2012, in Posts, by ricardopoppi


Estou participando de um evento gringo sobre redes sociais, moblilizações e mudanças, com um monte de blogueiros e empresas. O objetivo é discutir como a internet e as redes sociais podem ajudar ou sustentar a solução dos problemas complexos de sustentabilidade que a humanidade enfrenta agora.

Na pasta do evento praticamente não veio papel. Em vez disso eles deram um pendrive de 1GB com os materiais do evento. Para fazer uma experiencia, criei um torrent com eles, para compartilhar aos navegantes.

Estou aqui pensando que tipo de pergunta/provocação poderia fazer para as mesas, talvez seja interessante saber o que eles pensam sobre o caso #Kony2012 e também pensando em abordar a facilidade que as “revoluções online” tem para derrubar governos e a dificuldade que tem de formar um.

Enfim, bora ver o que rola. Quem quiser acompanhar ao vivo, cola aqui > http://rioplussocial.com.br/pt-br/

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Como criar um projeto usando GIT e repositorio no gitorious

On 20 de setembro de 2011, in Posts, by ricardopoppi

Aê galera, tive necessidade de criar um repositorio no gitorious para um projeto e acabei fazendo esse mini tutorial da parada, acho que pode ajudar outros na mesma situação que eu. O tutorial vale para usuários de GNU/Linux (eu < ubuntu).

1- Acessar gitorious.org – registrar, criar login, criar projeto e repositorio – são passos bem simples e totalmente visuais, não vou me alongar aqui;

2- Uma vez criado o repositório no gitorious, observe o link SSH dele – conforme exemplo abaixo. Vc vai precisar dele para os próximos passos.

3- Se não tiver um par de chaves, crie um com o comando abaixo. Pode deixar tudo default. Eu deixei a passphase em branco.

$ ssh-keygen

4- Copie o conteúdo do arquivo “/home/<seu usuário>/.ssh/id_rsa.pub” e adicione uma chave no gitorious na opção “Manage SSH Keys” e em seguida “Add SSH Keys” (tela abaixo)

5- Pronto! Agora vc já pode inicializar o seu repositorio local, dar o primeiro commit e mandar tudo pro repositorio online do gitorious. Se vc não tiver o GIT instalado no seu GNU/Linux, instale:

$ sudo apt-get install git-core git-doc git-gui gitk

6- O próximo passo é configurar os parametros básicos do GIT, seu nome e email:

$ git config –global user.name “Seu nome completo”

$ git config –global user.email “seu email”

7- Depois crie um diretório local com o mesmo nome do repositório online inicializando-o com o seguinte comando:

$ git init

8- Agora, copie todos os arquivos do projeto para dentro desse diretório. Uma vez feito isso, adicione-os e faça o commit:

$ git add *

$ git commit -m “commit inicial”

9- Em seguida, execute o “push” para o repo online. Aqui vc vai precisar da url SSH do repositório que criamos no passo 2:

$ git checkout master

$ git remote add origin <url link SSH do repositorio no Gitorious>

$ git push origin master

10- Observe a mensagem. Deve responder alguma coisa como “Syncing Gitorious… [OK]“. Se respondeu assim é porque o repo foi sincronizado. Vá na opção “Source tree” do repositorio no Gitorious e os arquivos devem estar todos lá!

BOAS GITADAS!!!!

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Exemplo de projeto bem sucedido no Catarse #crowdfundingbrasil

On 20 de julho de 2011, in Posts, by ricardopoppi

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Redes sociais e engajamento público

On 2 de novembro de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Playlist do youtube com as 5 partes do webinar sobre “Social Media and Public Engagement Panel at Humphrey Institute”. Esse evento foi realizado ontem (01 de Novembro de 2010).

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Considerações e respostas sobre o cidade democrática

On 7 de setembro de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Como conheceu o Cidade Democrática e como o enxerga como plataforma de webcidadania?

Conheci pelo meu amigo Cleber de Jundiaí. O cidade democrática tem algumas coisas fantásticas que o diferencia dos outros aplicativos de redes sociais porque ele foi pensado para que os cidadãos pudessem resolver questões públicas. Primeiramente os espaços explícitos de propostas de problemas bem como sua amarração a um local geográfico ou comunidade. Segundo o destaque dado ao “papel social” daquele perfil, seja um cidadão, ong, parlamentar etc… Essa amarração do perfil com o papel social transmite mais seriedade, e pode ser bem aproveitada pelas pessoas que se utilizam do site.


Quais os motivos que o leva a divulgar esse espaço e estimular a participação de outras pessoas?

Acredito que a internet vem resolver uma série de problemas de ação coletiva principalmente deixar transparecer os interesses do cidadão comum, aquele que não se organiza nem faz pressão na política institucional. Muitas pessoas legais com idéias legais – e que não querem se associar a grupos políticos – poderiam unir forças e fazer com que seus anseios fossem ouvidos e atendidos, sem que isso represente qualquer projeto de poder. Acho que o cidade democrática tem essa vocação.


Você tem alguma causa no portal? (proposta ou problema)

Tenho. Ligada a revitalização das passarelas de pedestres aqui em Brasília e a criação do bilhete único.


Como você acha que o cidade democratica poderia melhorar? Tem alguma crítica?

O que está faltando para o cidade democrática é se tornar um projeto de software livre. Abrir seu código num repositório público e permitir a exportação das informações de propostas e problemas a partir de formatos estruturados, as APIs (RSS, XML, JSON). Isso traria dois benefícios imediatos: 1- O ecossistema de participantes e desenvolvedores teriam mais confiança na continuidade do projeto, já que ele deixaria de depender de apenas uma entidade, criando um incentivo maior para trabalho voluntário. 2- Permitiria o desenvolvimento de aplicativos que utilizem os dados gerados pelo cidade democrática, inclusive como primeiro passo para integração com outras estratégias e aplicativos de webcidadania.


Tem usado redes sociais e a internet para estimular a participação de outros cidadãos? Já realizou alguma ação real também? (descreva as redes e ações)

Sim, mais facebook e twitter, criei também um portal em wordpress para um mobilização pelo Ficha Limpa aqui no DF, mas nada que tenha gerado algum impacto político ainda.

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Transparência hackday Brasília – Virada hacker

On 30 de abril de 2010, in Posts, by ricardopoppi

Amigos, no final de semana dos dias 15 e 16 de Maio, estamos organizando um evento para promover práticas de transparência pública envolvendo dados públicos. É um espaço aberto para desenvolvedores, estudiosos, comunicadores e qualquer cidadão interessado em colaborar.

Esse evento vai ocorrer simultâneo e interligado ao Transparência Hackday em São Paulo, promovido pela Esfera, que será uma virada hacker. A idéia é que, durante o evento, possamos encontrar colaboradores de lá, para os projetos daqui e e vice-versa.

O evento vai ser na Exodus Telecom, na CLN 107 – Bloco C – Sala 102B, Asa Norte. Para participar, basta preencher seus dados nesse formulário. (Atualização: Desativado)

Para terem uma idéia dos tipos de projetos desenvolvidos num thackday, dêem uma olhada nos projetos desenvolvidos no primeiro evento de SP, em outubro do ano passado.

Resumo do evento:
Transparência hackday Brasilia

O que: Thackday Brasília

Onde: Exodus Telecom – CLN 107 – Bloco C (entrada por trás do bloco) – Sala 102-B – Asa Norte

Quando: Dia 15-Maio, Sábado, das 15 as 22hs e Dia 16, Domingo das 9 às 17hs

Quem?
Hackers, desenvolvedores, designers, blogueiros, jornalistas, pesquisadores, gestores públicos, legisladores, políticos, representantes de ongs, ativistas.

Quanto: Grátis

Abcs e nos vemos lá!

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Webcidadania na TV!

On 28 de abril de 2010, in Notícias, by ricardopoppi

Matéria muito legal sobre uso da internet para ampliação da cidadania. Ponto pra galera da #webcidadania!

>>> ASSISTA AQUI <<<

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Política de comunicação na era digital

On 24 de outubro de 2009, in Posts, by ricardopoppi

Pesquisando sobre a 1a. CONFECOM (Conferência Nacional de Comunicação) concluí que ela não terá poder de obrigar (vincular) os governos a atender as políticas e prioridades propostas por seu relatório final. Por outro lado, ela certamente exercerá um papel fundamental no sentido de pressionar a atuação do poder público, já que contará com a participação de diversos setores da sociedade civil, tanto empresariais quanto dos movimentos sociais. Cheguei a essa conclusão analisando os decretos de convocação e de constituição da comissão organizadora, ambos de Abril de 2009. Na convocação da CONFECOM, o Presidente da República faz uso do art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição que estabelece:

Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
VI – dispor, mediante decreto, sobre:
a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;
[...]

Da mesma forma, no ato de constituição da comissão organizadora, o Ministro das Comunicações faz uso do art. 87, parágrafo único, incisos II e IV que são:

Art. 87.[...]
Parágrafo único. Compete ao Ministro de Estado, além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e na lei:
[...]
II – expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos;
[...]
IV – praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República.

Nos dois casos, tanto o Presidente quanto o Ministro estão exercendo suas atribuições de organizar a administração federal, de forma que essa conferência me parece ter um caráter absolutamente consultivo, conforme já exposto no início.

Dentre as diversas questões que irão passar por essa conferência, existe uma bem saliente que é sobre as concessões de TV – que são renovadas sem nenhum debate – e de rádio que ficam nas mãos de políticos e seus laranjas. Acho importante que sejam discutidas mas me parece se tratar de um tema que carrega em si uma idéia de monopólio. Independente do lado em que alguém se posicione, seja a favor ou contra. Explico.

Atualmente, parece uma grande ficção essa idéia de que a prestação do serviço de comunicação tem fim social e portanto cabe ao governo, como representante da sociedade, distribuir os direitos para prestação desse serviço. Pode ser que isso fizesse sentido num momento quando as tecnologias eram limitadas há apenas alguns canais e só quem pudesse investir em grandes estruturas de telecomunicações teria condições de falar a um cidadão do outro lado do país. Porém num contexto hipotético de rede neutra e banda larga para todos porque alguém precisaria ter autorização do governo para produzir conteúdo? Serão muito mais coerentes com essa nova realidade as propostas de políticas que tornem real a inclusão de 99,9% da população e que visem estimular a presença das várias vozes na grande rede da forma mais justa possível. Como consequência disso o próprio poder das grandes emissoras se verá corroído, sem que tenhamos que tirar a concessão da Globo ou Record e colocar uma outra pior no lugar. Seria ruim também dar esse poder para uma rede Estatal que nem oposição ao governo poderia fazer.

Como fazemos isso? Acho que a democratização das comunicações passa por propostas que aproveitem o potencial da internet, que libertem a produção de conteúdo e que a regulação atinja somente o fornecimento de infra-estrutura, no sentido de promover a expansão do acesso e garantir a neutralidade da rede.

Algumas propostas nesse sentido:

1- Democratização da banda larga: Acesso à Internet como direito fundamental, garantido pelo governo onde a iniciativa privada se negar a investir. Via agências regulatórias fortes, também pode ser possível obrigar as prestadoras a prestar serviço de acesso em localidades com baixo retorno como contrapartida à exploração em locais mais rentáveis.

2- Inclusão digital: Matéria obrigatória nas escolas públicas, como a criação e manutenção de blogs, estimulando a expressão das idéias do estudante.

3- Governo 2.0: Obrigatoriedade da divulgação, na internet, de 100% das informações públicas de governo tanto através de sites quanto em formatos abertos reconhecíveis por máquinas. Dessa forma, o tratamento das informações estará a disposição de toda a sociedade e não apenas dos jornalistas políticos especializados que tem tempo e dinheiro para investigar os governos. Além disso precisamos também tratar os emails das autoridades como documentos públicos submetidos a um critério específico de divulgação.

4- Transparência: Obrigatoriedade da criação de um catálogo nacional de dados que, a exemplo do data.gov criado pela administração do Obama, reunirá todos os repositórios de dados abertos sobre políticas e administração pública, nas três esferas da Federação, ou seja, União, Estados e Municípios.

5- Neutralidade de rede: Uma legislação específica que proiba qualquer discriminação entre os diferentes conteúdos trafegados pelos cidadãos. É legítima apenas a limitação de banda (Megabits) e não de serviços ou protocolos.

6- ….

Enfim, meu objetivo aqui foi expor algumas análises e reflexões, fomentando o debate. Aguardo críticas e sugestões.

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